O bebê Pedro Gomes Oliveira, o Pedrinho, de 1 ano, morreu na tarde de domingo (9) devido a complicações de uma infecção generalizada. A criança, que sofria de síndrome do intestino curto, iria fazer um transplante nos Estados Unidos. Há 20 dias, a Justiça determinou que a União pagasse pelo tratamento do garoto, com o custo de US$ 1 milhão, uma vez que o procedimento não é realizado no Brasil. De acordo com a decisão do juiz Miguel Ângelo de Alvarenga Lopes, da 10ª Vara Federal de Minas Gerais, os preparativos burocráticos para a viagem de Pedrinho e sua família deveriam ser cumpridos em até dez dias a partir da decisão, divulgada em 20 de julho. A Justiça também determinou que as despesas durante o tempo de reabilitação em que a criança e a família estivessem no exterior fossem custeadas pelo governo federal.
Para tentar salvar o garoto, o pai, Ivanilto Oliveira de Souza, de 44 anos, e a mãe, Sueide Gomes da Silva, de 30, lançaram a campanha “Salve o Pedrinho – Um pequeno gesto e um grande milagre”. Até o final de julho, a campanha havia arrecadado mais de R$ 880 mil.
Segundo Fraga, a família pretende estudar formas de trazer o tratamento para o Brasil. “Vamos continuar a nossa luta”, afirmou.
Pedrinho nasceu em Eunápolis (BA) no dia 14 de julho do ano passado, e veio para Belo Horizonte com dois dias de vida, por causa do problema de saúde.Segundo a mãe, ele nasceu com 3,7kg e, logo nos primeiros dias, apresentava palidez, dificuldades respiratórias e inchaço na barriga. Os médicos optaram por fazer uma cirurgia e constataram que o intestino estava malformado, necrosado, com a síndrome do intestino curto. Foi preciso que o órgão fosse retirado. Durante os quase treze meses que Pedrinho ficou internado na capital mineira, seus familiares e o advogado conseguiram que a Justiça lhes garantisse o direito de ter o transplante de intestino inteiramente pago pelo governo federal, uma vez que o tratamento oferecido no país é considerado apenas paliativo. Segundo Fraga, nos Estados Unidos, Pedrinho teria que entrar na fila norte-americana de doação, respeitando os critérios de chegada e de compatibilidade com o doador.
Fonte: Radar64
Por Blog do Venas
Para tentar salvar o garoto, o pai, Ivanilto Oliveira de Souza, de 44 anos, e a mãe, Sueide Gomes da Silva, de 30, lançaram a campanha “Salve o Pedrinho – Um pequeno gesto e um grande milagre”. Até o final de julho, a campanha havia arrecadado mais de R$ 880 mil.
Segundo Fraga, a família pretende estudar formas de trazer o tratamento para o Brasil. “Vamos continuar a nossa luta”, afirmou.
Pedrinho nasceu em Eunápolis (BA) no dia 14 de julho do ano passado, e veio para Belo Horizonte com dois dias de vida, por causa do problema de saúde.Segundo a mãe, ele nasceu com 3,7kg e, logo nos primeiros dias, apresentava palidez, dificuldades respiratórias e inchaço na barriga. Os médicos optaram por fazer uma cirurgia e constataram que o intestino estava malformado, necrosado, com a síndrome do intestino curto. Foi preciso que o órgão fosse retirado. Durante os quase treze meses que Pedrinho ficou internado na capital mineira, seus familiares e o advogado conseguiram que a Justiça lhes garantisse o direito de ter o transplante de intestino inteiramente pago pelo governo federal, uma vez que o tratamento oferecido no país é considerado apenas paliativo. Segundo Fraga, nos Estados Unidos, Pedrinho teria que entrar na fila norte-americana de doação, respeitando os critérios de chegada e de compatibilidade com o doador.
Fonte: Radar64
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