O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa afirmou, nesta quarta-feira (17), que “não tem nada a declarar” à CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) que investiga as denúncias de corrupção dentro da estatal.
Os parlamentares se reuniram para ouvir o ex-dirigente da empresa e tentar confirmar as informações do depoimento prestado sob a condição de delação premiada que foram vazadas para a imprensa no início deste mês.
Costa entrou no plenário onde a CPMI está reunida por volta das 15h e foi claro ao informar os parlamentares, antes de qualquer pergunta, que não teria a intenção de falar nada. Mesmo após ser oferecida a possibilidade de uma sessão secreta, o ex-diretor da Petrobras continuou irredutível.
— Eu vou me reservar ao direito de ficar calado. Pode continuar com a sessão aberta, mas eu não tenho nada a declarar.
Após quatro perguntas respondidas com o mesmo “não tenho nada a declarar”, parlamentares da oposição interromperam os questionamentos do relator da CPMI, deputado Marco Maia (PT-RS), para insistir no requerimento de que a sessão se tornasse secreta para oferecer a Costa a oportunidade de falar em sigilo.
Por Blog do Venas
Os parlamentares se reuniram para ouvir o ex-dirigente da empresa e tentar confirmar as informações do depoimento prestado sob a condição de delação premiada que foram vazadas para a imprensa no início deste mês.
Costa entrou no plenário onde a CPMI está reunida por volta das 15h e foi claro ao informar os parlamentares, antes de qualquer pergunta, que não teria a intenção de falar nada. Mesmo após ser oferecida a possibilidade de uma sessão secreta, o ex-diretor da Petrobras continuou irredutível.
— Eu vou me reservar ao direito de ficar calado. Pode continuar com a sessão aberta, mas eu não tenho nada a declarar.
Após quatro perguntas respondidas com o mesmo “não tenho nada a declarar”, parlamentares da oposição interromperam os questionamentos do relator da CPMI, deputado Marco Maia (PT-RS), para insistir no requerimento de que a sessão se tornasse secreta para oferecer a Costa a oportunidade de falar em sigilo.
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